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Portal | Notícias | 2003
 

 


Assessoria de Comunicação Social
Data: 2 de junho de 2003 Redator: RN rp/MTb 649

Editoria: Política

 



MP denuncia e pede prisão de
acusado de rombo na UCSal

 

Além de oferecer denúncia ao Tribunal de Justiça da Bahia, o Ministério Público do Estado da Bahia, por intermédio da procuradora-geral de justiça adjunta Sara Mandra Moraes Rusciolelli Souza, pediu hoje, 2, a prisão preventiva e o sequestro de bens de Raimundo Gabriel de Oliveira, atual prefeito do município de Maragogipe, no Recôncavo baiano, acusado pelo desvio de R$ 36.475.57,14 da Universidade Católica do Salvador. O denunciado foi gerente financeiro da UCSal entre 1994 a 2000, período em que, apoderando-se do cargo, promoveu o desfalque por meio de desvios processados a partir dos cofres da citada Universidade e efetuando indevidos pagamentos a empresas “laranjas” criadas e geridas por ele próprio, seus familiares e amigos.

Além de Raimundo Gabriel, a ação, assinada também pelo promotor de justiça Jânio Peregrino Braga, assessor especial do MP, denuncia ainda Fábio e Andréa Gabriel de Oliveira, filhos do acusado, e mais Alberto Eduardo Brito Sena Gomes, Haroldo Castro Aragão Filho, Francisco Antonio Silva Aragão, Elisandra Santana da Silva Gabriel de Oliveira, esposa do acusado, e Liliane Maria Nery Andrade, todos envolvidos na operação fraudulenta, constatada a partir de auditoria contratada pela direção da Católica.

Raimundo Gabriel era responsável pelos pagamentos da Universidade, através de ofícios que autorizavam os débitos na conta bancária da instituição.Com base nesses documentos, diz a denúncia, a instituição financeira (no caso, o antigo Baneb) emitia os cheques administrativos “tendo como beneficiárias as empresas adrede montadas para receber os valores desviados”. A documentação levantada pela auditoria revelou a existência de 274 autorizações no período de 03/10/95 a 24/07/2000, para a emissão de cheques administrativos, cuja soma atingiu o valor de R$ 27.237.941,37, tendo como beneficiárias várias empresas, que tinham como sócios, a esposa, os filhos e amigos de Raimundo Gabriel. O restante dos valores, para atingir os R$ 36,4 milhões, “foi desviado a partir de documentos de transferências bancárias (docs), segundo informou o pró-reitor Carlos Lins às fls 616/619, que acompanhou a auditoria”.

“Raimundo Gabriel de Oliveira, como gerente financeiro da UCSal, idealizou, planejou, promoveu e executou os desvios dos valores, articulando, juntamente com Alberto Eduardo Brito Sena Gomes, a movimentação financeira nas empresas, além da formação de quadrilha para a prática de vários delitos”, diz a denúncia do Ministério Público. Os acusados são denunciados com base nos artigos 288 e 171, combinados com o artigo 69 do Código Penal brasileiro, além dos agravantes dos artigos 61 e 62 , do mesmo código, para Raimundo Gabriel e Alberto Eduardo.


 

 

 




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